Bem-vindo(a)! Este blog foi criado como uma ferramenta de avaliação para o Curso de Especialização Ética, Valores e Cidadania na Escola, oferecido pela Universidade de São Paulo.

domingo, 3 de junho de 2012

Vídeo-aula: 12

Como vem sendo organizada a educação especial no país?
Prof.ª Ana Claúdia Lodi

A Prof.ª Claúdia Lodi traz um levantamento histórico dos modelos ou propostas para o atendimento dos alunos com necessidades educativas especiais (NEE) por ordem cronológica:
Século XIX
ü  Primeira escola fundada para cegos no nosso país é do século XIX, 1854, o Imperial Instituto dos Meninos Cegos que passou a ser chamado Instituto Benjamin Constant (IBC) em 1891
ü  Em 1857, foi fundado o Imperial Instituo dos Surdos-Mudos, que em 1957 passou a se chamar Instituo Nacional de Educação de Surdos
Foram fundadas seguindo o modelo europeu, tinha como base a formação profissionalizante dessas pessoas.
ü  O atendimento aos deficientes mentais era realizado em asilos, manicômios, confinado em ambientes separados e a educação era vinculada aos serviços de higiene mental e saúde pública.
Educação especial tem relação muito grande com a área da saúde, e todos os aspectos educacionais determinados pelo olhar dos profissionais da saúde.
A partir do final da década de 50 e inicio de da década de 60, essa realidade começa se transformar com criação de outros espaços com necessidades educativas especiais.
Com a LDB/61 começa a ter uma mudança em como se entender a educação das pessoas com necessidades educativas especiais.
Escolas Especiais
v  Eram espaços que contavam com profissionais da saúde atuando com equipe multidisciplinar junto à equipe pedagógica
v  Salas de aula constituída por poucas crianças, divididas, em geral, por faixa etária e nível de desenvolvimento
v  Programas Curriculares eram reduzidos
v  Materiais Didáticos elaborados especialmente para os alunos
v  Desenvolvimento dos conteúdos de forma detalhada, sem buscar incentivar a curiosidade e o raciocínio das crianças
Escolas Especiais para Crianças Surdas
v  Cada série escolar era realizada em dois anos
v  Base da educação: ensino da fala, tida como a base para a aprendizagem da escrita
Classes especiais
v  Espaços educacionais inseridos nas escolas regulares e que atendem crianças com algum tipo de dificuldade para acompanhar a classe regular
v  Era organizada de acordo com as deficiências, eram matriculados indivíduos de diferentes faixas etárias e estágios de desenvolvimento, cabendo ao professor administrar essa sala.
v  Educação física a artes: podem ser realizadas no coletivo de alunos
v  Sala de reforço: apoio nas diferentes áreas do conhecimento, realizada por Prof.ª especialista
Instituições Especializadas
v  Maioria mantida por Associações
v  Profissionais da saúde atuando em parceria com os da educação
v  Organização similar aos das classes especiais
v  Apesar de ter um trabalho pedagógico, não se constituem como escolas, e portanto, os alunos não recebiam certificado e tinham dificuldade para serem inseridos na rede regular de ensino
Salas regulares de ensino
Princípios da integração:
v  Devemos conviver com todos
v  Importância do contato das crianças com necessidades especiais com aquelas “sem deficiência” – modelos para o desenvolvimento das crianças com necessidades especiais educativas
v  Ambiente não pensado para ela, dando-lhe condições para a inserção social futura
v  Materiais didáticos iguais para todos
v  Alunos: devem se esforçar para acompanhar as aulas –m atitude de enfrentamento de suas dificuldades igualando-se aos colegas
Século XXI
Política Nacional de Educação na perspectiva de Educação Inclusiva: Delineada a partir de vários documentos nacionais e internacionais, e apresenta os princípios para a inclusão:
Educação:
v  Ação política, social, cultural e pedagógica
v  Direito de todos estarem juntos, sem discriminação
v  Todos devem estudar, preferencialmente, na rede regular de ensino.
v  Escolas devem se organizar para o atendimento, assegurando condições necessárias para uma educação de qualidade para todos.
Deve ser garantido:
v  Escolarização em todos os níveis de ensino
v  Atendimento educacional especializado no contra-turno escolar
v  Formação dos professores das salas de aula e das salas de apoio/recurso/atendimento especializado
v  Acessibilidade arquitetônica, nos mobiliários e equipamentos, nos transportes, na comunicação e informação
Função do Atendimento Educacional Especializado
v  Identificar, organizar e elaborar os recursos pedagógicos considerando as necessidades dos alunos;
v  Não deve substituir a escolarização
v  Deve complementar e/ou suplementar a formação dos alunos- autonômia e independência na escola e fora dela
O que vemos hoje nas classes inclusivas (salas de aula regular) são:
v  Classes com a única finalidade de ser um lugar de socialização
v  Os alunos com necessidades educativas especiais nem sempre têm atividades pensadas para eles
v  Devem contar muitas vezes com o auxílio dos colegas
v  Os professores estão pouco preparados para esses alunos e são responsáveis por número grande de alunos no espaço de sala de aula
v  Apoio especializado no contra-turno: alunos com conhecimento de mundo e faixa etária diversa e quantidade grande de conteúdos a serem abordados
Questões para reflexão:
1-É possível pensar em Educação para Todos em igualdade de condições ?
2-O papel da Escola seria apenas buscar a socialização dos alunos com Necessidades Educativas Especiais ?
3-E sua função educacional ?
4-Esta organização tem favorecido (ou não) a educação de crianças e jovens com Necessidades Educativas Especiais?

sábado, 2 de junho de 2012

Vídeo-aula: 11

Legislações, declarações e diretrizes
Legislação como instrumento de inclusão

Prof.ª Lucia Tinós

Fonte da imagem: www.fe.unb.br
Documentos internacionais que garantem os direitos básicos:
·         1994 – Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU)
·         1990 – Conferência Mundial sobre Educação para Todos (ONU) – Conferência de Jomtien – Tailândia
·         1994 – Declaração de Salamanca – Princípios, políticas e práticas em Educação Especial.
É importante entender que a elaboração desses documentos internacionais, ocorre porque são frutos de um contexto histórico, tendem a buscar uma sociedade mais justa e contra toda forma de discriminação e trazem como princípio a educação como lugar de exercício da cidadania contra a marginalização do processo educacional.
Os documentos internacionais também são frutos de contextos históricos. A seguir veremos estes documentos.
·         1988 - Constituição Federal do nosso país que estabelece os direitos das pessoas especiais de receberem educação
·         1996 – Lei de Diretrizes e Bases da educação Nacional
·         (Lei nº 9.394/96), que assegura aos alunos com necessidades especiais currículos, métodos, recursos educativos e organização especifica, para atender às suas necessidades específicas (...), essa lei é pós o encontro de Salamanca na Espanha, e traz as funções especificas do professor, coordenador, etc.
·         2000 – Lei 10.098, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida (...), essa lei não é só referente à educação mas a sociedade como um todo.
·         2001 – Plano Nacional de Educação, que explícita a responsabilidade da União, dos Estados e Distrito Federal e Municípios na implementação de sistemas educacionais (...).
·         2001 – Decreto nº 3.956, reconhece o texto da Convenção Interamericana para a eliminação de todas as formas de discriminação contra a pessoa portadora de deficiência (...), este decreto traz explicações legais até em relação à matrícula na escola.
·         2002 – Lei 10.436 reconhece a Língua Brasileira de Sinais – Libras, como meio legal de comunicação e expressão (...).
·         2007 – Política Nacional de Educação Especial, na perspectiva da educação inclusiva, ressalta a premissa da inclusão escolar (...).
Considerações
Esses documentos nacionais também são frutos de um contexto histórico e social, sofre influência de documentos internacionais, como por exemplo a Declaração de Salamanca; é fruto de embates.
Legislação e o Professor
ü  É importante conhecer a legislação para que possa entender o direito a educação como premissa básica para todos
ü  Entender que a nossa atuação profissional esta ligada a nossa concepção e entendimento desses direitos
ü  É preciso conhecer a legislação para que se possa buscar apoio em diferentes instâncias, buscar dialogar com diferentes profissionais
ü  Buscar tecnologias assistivas (Exemplo: Impressora Braille)
ü  Brigar por nossos direitos como professores de alunos com necessidades especiais educativas
Os documentos e legislações citados estão disponíveis na página do MEC em educação especial.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Vídeo-aula: 10

A relação entre professor e aluno
Prof.º Gabriel Perissé
A relação humana se estabelece por excelência na sala de aula. A vídeo-aula aborda alguns conceitos tirados da obra de Alfonso López Quintás (1928 -), é um pensador espanhol, está vivo e seu trabalho está muito relacionado à ética e com a formação docente.
O Prof.º Gabriel Perissé utiliza a obra, “Descobrir a grandeza da vida: a introdução à pedagogia do encontro”, 2005, do autor Alfonso López Quintás. Que fala das experiências reversíveis ou bidirecionais e também do encontro e do âmbito.
Alfonso López Quintás, pega palavras do cotidiano, da linguagem comum e faz um investimento de reflexão e transforma em conceitos com capacidade de revelação.
E fala em experiências reversíveis ou bidirecionais: são duas realidades que se unem, continuam sendo diferentes, mas não estão uma fora da outra. Relação de ida e volta, estão unidos mas não confundidos, não há relação humana autentica se tiver uma relação bidirecional.
Fonte da imagem: www.quenerd.com.br

Aborda também o encontro, o encontro não se faz por mera aproximação física, ele se realiza quando estamos em um jogo com uma realidade que tem algum tipo de iniciativa e promove um enriquecimento mútuo, criando o âmbito, onde um atua sobre o outro, seja entre humanos ou entre estes e objetos.
Quando há um encontro este pode ser:
·         Um objeto (nível 1) pode ser usado, descartado, manipulado. Estabeleço relação criativa, então ele passa para o nível 2.
·         No nível 2, quando é possível realizar o encontro, em lugar do objeto encontramos um âmbito. Âmbito é toda essa realidade orbital.
·         O encontro na verdade é quando dois âmbitos se entrelaçam, estabelece uma experiência reversível, um exemplo, é quando eu que sei tocar piano, encontro um piano, eu atuo sobre o piano, se o piano é bom eu também vou melhorar como pianista, se o piano está desafinado eu também recebo uma influência do piano.
E que quanto mais eu transformo objetos que eu convivo em âmbitos e quanto mais âmbitos eu produzir em minha existência, mais criativo eu serei e mais harmonizado com a realidade.
Um professor tem que ser um ser ambital. A sala de aula não é um lugar qualquer. Transformamos uma sala vazia numa sala de aula quando mediante o encontro, criamos um âmbito, um espaço em que as liberdades não entram em choque, mas se tornam ocasião para o diálogo e outras experiências criativas.
Quando uma sala de aula se transforma em um campo de guerra, ela perde suas possibilidades criativas. Uma sala de aula vazia se transforma através do encontro, da criação de um âmbito, um espaço em que as liberdades não entram em choque, mas se tornam ocasião para o diálogo e outras experiências criativas.
E que ninguém sozinho faz um âmbito. Professores e alunos se transformam em seres ambitais conscientemente, porque querem estabelecer encontro através de uma experiência bidirecional entre si e também com outras realidades: livros, slides, etc. A sala de aula passa a ser realmente um lugar de encontro com o conhecimento.
Estabelecer relação de encontro implica em respeito, cortesia, aceitação do outro, tolerância; ao mesmo tempo o outro também exercita suas virtudes em busca de valores humanos.
Quando entro na sala de aula com a disposição de trabalhar como um ser ambital, de estabelecer uma relação de cortesia, virtudes e valores; quando se estabelece essa relação ambital, todos se sentem energizados e motivados a aprender mais, a conhecer mais.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Vídeo-aula: 09

Modelos de ensino: das concepções docentes às práticas pedagógicas
Prof.ª Silvia Colello

Fonte da imagem:  www.geocities.ws

A preocupação da maior parte dos professores é coma a prática pedagógica, e o perigo disso é o professor deixar de pensar em sua pratica pedagógica em um âmbito maior, que da sustentação a ela. Temos algo maior que é a fundamentação do projeto educativo, e existe um perigo quando ficamos tomados pelo ativismo da prática pedagógica sem critérios para tomar decisões.
A cilada da prática que se esgota na pratica
·         É achar que os fins justificam os meios
·         Insegurança do professor
·         Desequilíbrio do projeto educativo
·          Trajetória incerta dos alunos e resultados inexplicáveis
·         Dificuldades para planejar e avaliar
·         Falta de diretrizes e de critérios para organizar o fazer pedagógico
A prática pedagógica nunca é neutra, sempre esta comprometida com alguns valores.
Portanto a pratica pedagógica é tributaria, é devedora de posturas que vão mais afundo na pedagogia.
Na psicologia, na literatura, na antropologia existem duas formas de compreender o mundo: o fixismo e transformismo.
O fixismo é o modo de compreender o mundo daquelas pessoas que acham que o mundo gira e gira, mas tudo é sempre igual. Acredita que o mundo é sempre igual e as coisas não mudam.
Em oposição a esse modo de ver o mundo temos o transformismo, que acredita que o mundo esta sempre mudando. Acreditam na eterna transformação do mundo.
Fixismo Essencialismo
Correspondente a essa visão de mundo temos a visão do que seja o homem, e para o fixismo temos o essencialismo, é aquela corrente de pessoas que acham que o homem tem uma essência, e isso é dado e não pode ser mudado.
Transformismo Relacionismo
Em oposição a essa visão e correspondendo ao transformismo temos o relacionismo, é uma corrente de pessoas que acham que o ser humano se constitui a partir das relações, das relações com pessoas, com objetos de conhecimento, com a cultura, etc.
Correspondendo ao Fixismo e Essencialismo, temos duas correntes, o inatismo e empirismo.
E correspondendo ao Transformismo e Relacionismo, temos o Construtivismo e Sócio-construtivismo.
Inatismo: acha que o ser humano ao nascer Jam é tudo, esta pré formado, esta pronto.
Empirismo: Diz que o ser humano é como uma folha de papel em branco, tem que receber tudo para se constituir.
O Relacionismo em oposição da origem a teorias da educação: Construtivismo e Sócio-construtivismo, que acredita no ser humano que aprende a partir das relações.
EMPIRISMO
Representantes: Locke, Hume, Pavlov, Skinner, Mager.
Homem: Tabula rasa, ser passivo, governado pelo ambiente e modulado por estímulos externos.
Educação: Convenção pelo arranjo de condições para o conhecimento, escola é agência sistematizadora de uma cultura pré-estabelecida.
Conhecimento: “pacote pronto”, definido a priori
Professor: Representante do saber e transmissor do conhecimento
Prática pedagógica: Ensino fragmentado sob a forma de dar e tomar o conteúdo independente da realidade do aluno, pretensão de controle do processo e homogeneidade do desempenho.
INATISMO
Representantes: Sócrates, Rousseau, Rogers, Nell.
Homem: a semente que traz em si o potencial do ser.
Educação: revelação paralela ao desenvolvimento, respeitando a natureza do indivíduo.
Conhecimento: vinculado ao dom.
Professor: facilitador da aprendizagem.
Prática Pedagógica: não diretiva, centrada na autodireção do aluno e no contrato feito entre professor e aluno.
CONSTRUTIVISMO
Representantes: Piaget, Wallon, Vygotsky, Emilia Ferreiro.
Homem: ser inteligente, ativo no processo de aprendizagem.
Educação: Conjunto de intervenções significativas que possam incidir sobre o processo de desenvolvimento e aprendizagem pelo enfrentamento de situações problema e pela interação com o sujeito cognoscente.
Conhecimento: Construção progressiva processada pela elaboração mental a partir de experiências sociais com o objeto do conhecimento mediadas pela interação entre as pessoas.
Professor: buscar a sintonia entre os processos de ensino e aprendizagem; organizar o ensino em função do sujeito aprendiz; atuar como problematizador e desestabilizador em situações conflitivas; valer-se dos erros como oportunidades pedagógicas.
Prática Pedagógica: ampliação das possibilidades de mediação e de conhecimento, respeitando o tempo de aprendizagem, a diversidade de conhecimentos e a heterogeneidade cultural; aproximação entre escola e vida por meio de projetos, resolução de problemas e práticas de pesquisa.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Vídeo-aula: 08

Contradições de valores na escola: entrelaçados da história com a história da educação e da educação especial.
Prof.ª Kátia Amorim
Falar em inclusão é um tema delicado e os professores se sentem despreparados, mas esse processo não é recente e não é imposição; é sim reivindicação.
No início temos educação de tutores para educação de classes distintas e depois passamos a ter escolas com classes de alunos, e as escolas que surgem como escolas especiais, surgem como especificas para cada tipo de deficiência.
Em 1961 surgem leis para garantir os direitos dos excepcionais.
Em 1819/1824 a escrita Braille começa a ser elaborada.
No Brasil, mais especificamente no Rio de janeiro, vai ser criado o Instituto Benjamin Constant para cegos, em 1854.
A educação nessa época era para poucos e não era gratuita, com pouquíssimas escolas, com ensino de tutoria.
Em 1847, vamos ter a primeira escola para professores no Brasil, assim vemos o panorama que estamos colocando a educação em geral e a educação especial em contexto.
Em 1920, 41 crianças entre 1000 frequentavam o ensino primário.
A população que frequentava na década de 1940 era baixíssima com alto índice de analfabetismo.
Assim começa-se a investir na educação, em paralelo as pessoas com deficiências começam a reivindicar um lugar junto a educação e passasse a ter um conjunto de instrumentalizações e instituições que pudessem dar suporte a essas pessoas.
 Na época pós-guerras passasse a discutir a questão dos direitos humanos.
Nos anos 50 começa a ter curso para professores de crianças surdas, cegas, etc.
Na década de 1970 o estado começa a assumir de fato esse papel de pensar em ações para os indivíduos com necessidades especiais, com auxilio do CENESP (Centro Nacional de Educação Especial). Porém ele ainda esta separado da educação, trabalhando em paralelo.
Movimentos vão surgindo e crescendo, que lutam por direitos.
O CENESP passa a ser cada vez mais ligado ao campo da educação e a educação especial começa a se entrelaçar com a educação regular.
O ponto alto é a Declaração de Salamanca, Espanha (1994), onde foi discutida uma estrutura de ação que levasse a uma equalização de oportunidades para pessoas com deficiência.  A discussão foi tão intensa e que ela avança e reporta o direito de educação para todos, e a escola deveria incluir todas as crianças, independente de suas necessidades e diversidades; a escola deve se adaptar as crianças.
O que muda com a declaração de Salamanca, é que não se propõe uma reforma técnica, mas uma busca de compromisso e disposição pela mudança de paradigma na educação, no exercício dos direitos humanos.
Isso leva no Brasil uma série de resoluções e diretrizes.